Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

 

Um alimento, fonte de prazer e sentimento, eventualmente arrependimento

Fonte de controvérsia, de refúgio e inércia; actividade, energia e realidade

A Nova Era Chegou para alguns, naturalmente mais cedo ou mais

Tarde para outros; manifestamente Hoje a leitura do

Que nos é dado em que o Yin sou eu

 O preto, o feminino, o passivo, o nocturno, o espiritual

Numa outra extremidade… ou já bem aquiii ao lado

Está o Yang; esse és tu: O branco, o masculino

O activo, o diurno, o racional. SignifiKado

Um símbolo, uma Filosofia de vida

Um estilo, uma mudança, um ancestral; uma beleza

Que ultrapassa O nosso ser terrestre-existencial

Posteriormente vejo o equilíbrio: o chokollate

 Branco, doce, já a derreter e o chokollate

Preto, mais amargo, também bom, já

A desaparecer. Ambos indicadores de envoLvência

Basta olhar para o Eu Sou Yin e o Eu Sou Yang

Podes ser qualquer um. AfinaL és os dois

O antes que em mim morava findou

O agora sem nocividade se iniciou

Quando o Yang é estrela que vAi ao meio-dia

E o Yin Tem a meia-noite que fica fugidia

O mix de chokollate deixa a bagagem

Cheia, quer emocional e psicológica

 Quer cinestésica e consciente



publicado por thoughtsandpoems às 23:16
Quinta-feira, 09 de Setembro de 2010

   

E era isso que faltava...

 

Um ínfimo no gigante

Pequena areia no inacabar

Uma partícula do Cosmos

O querer no agora estar

 

 

Um CD de músicas não dúbias

Qual concerto partilhado

Estando em mim patente

Diferente por ambos exultado

 

E era isso que faltava…

 

Ouvir Painted Black

Não mais será igual

As músicas - as mesmas

Mas o pensamento especial

 

 

O tal momento chegar

Marcar presença, subtil?

O sorriso ver desvendado

Tão de maduro como de pueril

 

E era isso que faltava…

 

Culpadamente lá

Qual espreitar inocente

Até que se concretizou

Sua antestreia recente

 

 

Actualidade não estática

Duas pessoas, um querer

Caminhando pela lua

E com o sol a (re)nascer

 

E era isso que faltava…

 

Uma loucura sã

O (não-)desconcertante

Uma leitura não vã

Do nosso representante.

 

  



publicado por thoughtsandpoems às 02:03
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