Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2018

Sentindo-me no meio do wonder e do wander. Não me compreendo. Já vos aconteceu?! Uma certeza e incerteza de / e do quem sou… Escassos segundos? De onde são oriundos?

 

Estou “lerda”, com dificuldade em poder e conseguir expressar-me (libertar-me?) efficiently, natürlich. E também parece os outros não me compreendem. Somos todos polyglot, pensei. Numa mesma língua? Não? Porquê? Os estrangeiros não falam a mesma língua que nós, direis vós! E a memória, que tão sharp se manifestava e elogiava e agora não… Será?

 

Nem sempre consigo verbalizar o que me vai na Alma, transpor para palavras, para significantes o que tenho em mim como significado. Será?

 

O balbuciar dos lábios das pessoas é bonito, mas nem sempre se sintoniza no mesmo tom da minha vibração. E daí a não-compreensão. Mas eis que surge uma excepção! O “R”, o “J” e a maior parte das vezes, diria até "sempre!", o tão importante “P”. Consoantes presentes? Sim, consoante o que está presente.

 

Que capacidade poético-intelectual faz eco com a diferente sincronicidade que nos une? E a que nos separa? Igual… será? Haja na Vida o conjunto: ajudar e ressoar.

 

Na essência e no essencial que (também!) há em nós, no nosso especial – que nem sempre o é. Depende do momento. E do sentimento. 

Tenho falhas que gostaria de conSertar. Outras conCertar. E outras, metamorfose tornar.



publicado por thoughtsandpoems às 12:50
Terça-feira, 24 de Novembro de 2015

Acordei

Na tua presença me encontrei. 

 

E fizeste-me sentir que poderíamos ir mais além. 

Na Vida. No Amor. Na Sabedoria. Na Humildade. 

No Respeito. No Querer. Na Confiança. 

Na Amizade. No Estar. Na Dedicação. Na Felicidade. 

 

Senti. 

O teu perfume em mim. 

 

O teu cheiro ficou na memória

De um segundo, qual eterno movimento 

É quanto baste para ter saudades tuas 

Abraças-me num terno e apaixonado momento. 

 

Sorri

Ao ver o que senti. 

 

Vais embora, mas afinal ficas sempre presente

Nas Palavras que me vais deixando

Nas marcas únicas que simbolizam

Que também TU és único e assim te vou lembrando. 

 

Fui embora

A pensar no Agora. 

 

Vou para o dia atarefado que me espera

Não sem antes levar até ti um pensamento meu

E outro. E mais um. E outro ainda. São tantas as razões! 

Assim o meu Coração comunica contigo, sou Amor teu. 

 

Abracei 

E assim fiquei.

 

É este abraço e este olhar que o precede

É este teu brilho e querer ficar na tua voz eloquente

Que me dizem o quanto é precioso o nosso Amor

Sim, Pedro. You are The One. Aqui e Agora. Para sempre. 

 

 

 

 



publicado por thoughtsandpoems às 11:47
Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2014

Nasceu o Deus feito menino / Na sua Divina humanidade / Veio ao mundo estar connosco / Em Alegria e Humildade!! /Jesus que tanto nos ensinas / Faz de mim tua testemunha capaz / Para que todos os irmãos possam viver / No bem-estar, Gratidão, Felicidade e Paz!! / Tanto mais para dizer / De quem tanto nos dá dedicadamente / Estás sempre presente no nosso Coração / A ouvir e a Amar-nos incondicionalmente!! Obrigada meu Jesus Pela tua Divina Luz!!



publicado por thoughtsandpoems às 01:20
Quinta-feira, 19 de Dezembro de 2013

 

 

O começo com algumas borboletas do nervoso miudinho

O desenrolar dos minutos que vão passando

As apresentações que surgem, qual onda que rebenta de mansinho

E nesta energia, assim o gelo se vai quebrando.

 

O sorriso bem visível em todos

Depois toda a entrega e dedicação

Aquilo que vão contando de si

O que lhes vai na mente e no coração.

 

Partilha sempre bem acolhida

E tão bem presente se vê apaixonada

Pelos tão queridos Alun@s, Amigos, Professores e Colegas

Se sente íntegra e tão elevada!

 

Bem sei que a entrega é recíproca

Respeito e carinho, admiração e desenvolvimento

Criatividade, trabalho, speaking in English and German

Tudo tem o devido lugar no seu momento.

 

Obrigada a tod@s os que fazem os meus dias mais felizes

Relembrando quem me deu a Vida, os meus pais sim!

Familiares, amigos, colegas, professores, formandos,

Todos companheiros da caminhada: são tudo para mim.

 

A minha grande paixão: ser Professora

Chamem-lhe Aula, Formação, Ensinar e Aprender

Risos e sorrisos, em que o tempo é precioso Aqui e Agora  

Eu também lhes chamo o PRESENTE de Dar e Receber!

 

 



publicado por thoughtsandpoems às 23:08
Sábado, 23 de Março de 2013

 


Saudade de saber: assim sou capaz!

Avizinha-se e sente-se já a dita da mudança
Unicamente não se eleva a Alma sem a Esperança
Deito-me na a(L)titude de ser audaz!
Abraço a ideia de te ver no coração da mente sã
Devagar se constrói este acreditar de sentimentos e de sorrisos
Entoando o que sei valer a pena na Luz do amanhã... 


Este poema foi-me desafiado por um dos "fãs" :) A sugestão foi:
"Cris: faz um poema sobre a Saudade: não de forma melancólica, mas sim uma Saudade positiva!". 


publicado por thoughtsandpoems às 01:27
Terça-feira, 30 de Outubro de 2012

Ergue-se em tom de júbilo

Sem permissão ou sequer perguntar

O ego formula essa tal imagem

E o Shengri-La quer já alcançar

 

Ah! Afinal não se concretizou

Mas porquê tamanha projecção?

Investida que foi a minha energia

Para o desgosto do coração

 

Só se desilude quem primeiro

Criou aquilo que não existia

E no compasso do iludir

Cobriu a voz real, com falsa maresia

 

Depois chega vestido a rigor

Quem não foi sequer convidado:

A tristeza, a dúvida, a raiva

E agora, viro-me para que lado?!

 

Olha bem à tua volta

Permite-te ver mais além

No horizonte… no interior da tua essência

Agradece-te a lição, é para teu bem.

 

Coloca em cima da mesa o que tens

Com firmeza, gratidão e humildade

Deita fora o que já não interessa

Guarda o precioso e alcança a Liberdade!!



O título do poema foi sugerido por um "fã". Obrigada! 



publicado por thoughtsandpoems às 15:29
Domingo, 23 de Setembro de 2012

nuvem

que te formas e transformas

e... sem sequer pedires permissão!

"e porque haveria de o fazer? 

sou livre!" dizes tu. 

 

e leve de essência, acrescento eu

 

então aqui entra o vento

revela-se.... rebela-se...

contra quem lhe fez mal!

ninguém, afinal.

 

perdoo. desperto.

 

sigo na minha nuvem

também ela fofa e leve

 

como Eu.

como a minha Consciência. 



publicado por thoughtsandpoems às 22:07
Quarta-feira, 21 de Março de 2012

 

Abandonando o que não interessa

Possibilidade (garantida!) de libertação

Bálsamo para a alma

 

Passerelle da vida

Ver, olhar …

… Ou nela participar? 

 

A escolha é tua. 



publicado por thoughtsandpoems às 00:58

 

F(r)ase que habita e não é desdita

                Qual leque de escolhas vindouro

Sem saber inicialmente desta corrente

                Ténue ou marcado este olhar de ouro…

 

Mais valor se dá ao que é e será

                Aceitando com reconhecimento

O novo passo dado e não retardado

                Sendo feliz com o merecimento… 



publicado por thoughtsandpoems às 00:57

 

 Poema baseado no Quadro "Olhando o Sol" do Artista Plástico Nuno Ricardo.  

 

 

 

Que encontro em ti

Sol inspirador que não se satura

Brilho intenso e suave

De coração sincero, cor tão pura.

Que encontro em ti

Mar não amargurado

O Sol que não se extingue

Mas que une a alma do mergulhado.

Vividas as horas que correm

Fugidias na sua lembrança

Esquecem-se de quem És

Teatro da Vida, real é a Esperança!

Metrópole que te ergues imponente

Mas é o Sol que tanto admiro

De manhã, à tarde, ao seu pôr,

Beleza única, não sei qual prefiro…

E tu, Pássaro presente

Que sentido dás, ao teu voar?

Digo eu e quem não te mente:

Elevamos a pirâmide de te acompanhar.

Ficamos assim, pequenos, vulneráveis

Afinal GRANDES e poderosos – Ser capaz!

As chaves sem cadeado e enubladas se abriram

Teus raios abraçam, trazem Luz… trazem  Paz...

Não preciso de salto Quântico

Para ver a tua entrada na minha janela

Para te ver reflectir sobre o que vês

Para ambos sorrirmos sobre a tua tela…

          A energia que transmites – revitaliza!

          O sereno que sinto – tranquiliza.



publicado por thoughtsandpoems às 00:51
Quarta-feira, 06 de Julho de 2011

 

 

O avião afinal não levantou voo

As cinzas eram demasiado densas

E o choro da criança

Não mais se fez ouvir

O sorriso era demasiado bonito em suas crenças

Enquanto raiavam novas fontes de conversa

Por entre as brumas e penas da memória

De alguém, minha miga

Que jamais me abandonou

E surpresa assim … fiquei com tal mensagem

Londres não foi o destino final afinal

Meus braços procuraste

De minha companhia te encantaste

Desde o primeiro olhar

E foi recíproco - admito-o

Teu pensamento em mim se refugiou

E o meu em ti ficou

Para viveres o intenso instante

De olhares novamente

Para mim e saberes que

Sempre te surpreendo

Vejo-o  no teu olhar e sorriso

Mesmo passado todo este tempo

 

I I

 

Um ano.

             Mais.

                         Sim.

E antes?

             Três anos.

                         Não demais.

 

Um princípio?

             Claro.

                         Sem um fim.

 

 

III

 

E penso nesse preciso segundo

Pois em que sozinha

No local mais inimaginável

Eu li e senti.

 

Dou comigo a navegar

Nas nuvens de memórias

Que passam, mas não trespassam

E recuo o tempo e no tempo

Não intensamente longínquo

Onde teço as pegadas

E deixo aqui as palavras

De quando nossos passos

Se encontraram

Na encruzilhada

Da vida

Quer na entrada, quer na saída

Foi na virtude do meio

Que prendeste a minha admiração

O meu Inglês, Alemão ou Português

Pois nenhuma palavra ou letra sequer

Ousou sair da minha boca

Para te interromper

Pois tua voz soava mais alto

Num tom de voz baixo

Mas seguro

Numa personalidade firme

Mas com elegância

E ecoou em minha estância

 

IV

 

Não sei porque escrevo

Se provavelmente não irás ler

Mas apraz-me este Nirvana

Qual reino em que a escrita dança

Pois que me resta senão eu

E todos os Astros brilhantes

Deste planeta - todos nós.

E assim ouvirei a voz. 

 



publicado por thoughtsandpoems às 21:04
Quarta-feira, 22 de Junho de 2011

 

E depois o som quase inaudível

                Fez gritar o tumulto que não entristeceu

Dele brotou o quê do mundo seleccionado?

                O sopro que, estranhamente, emudeceu

 

E calar não será mais palavra de ordem

                Qual página que se ainda não se virou

O capítulo que continuava aberto

                Avançadamente no horizonte parou

 

E fracamente se fez sentir o colapsar  

                Mas francamente a si próprio se manteve

A não fácil transferência de mundos

                Que se assomou e impossível se conteve

               

E através do rodopio confuso e calmo

                Antítese que, se desiludida, não se auto-afirma

O espanto perante algo não experienciado

                Passeios desertos receptivamente se abismam

 

E a hora não indicada e sem relógio marca o passo

                Quiçá no mapa não deliberado deveras traçado

Onde não mais se lê nenhum título

                Nem palavra no folhear agora rasgado  



publicado por thoughtsandpoems às 16:10
Sábado, 18 de Junho de 2011

a noite pura e garantidamente caía

qual folha de árvore que não mais bulia

na quietude dos passos andantes em que nada se ouvia

 

o silêncio que por fim sofregamente raiou

no meio das montanhas longínquas,  afinal falou

sepulcral (inevitavelmente) não se intitulou

 

origem que submersa se auto-fragmentava

em sua confusão patente se distanciava

a - então assumida - condição divina já não perpetuava

 

glaciar de momentos marcadamente importante

afogando-se o cristal e o reflexo auto-cessante

irreversivelmente lá. diário. quietamente galopante

 

e a cor agora desmaiada dos olhos já sem brilhar

levaram a um caminho perdido não fascinante de trilhar

segue-se um portal de instantes diferente. para aprender. para salientar

 

 

 

 



publicado por thoughtsandpoems às 01:37
Terça-feira, 07 de Junho de 2011

 

Terminou

Ver os teus sorrisos na nossa relação

A intensidade da nossa partilha

O bater sincronizado do nosso coração.

 

Terminou

A nossa osmose perfeita

A nossa cumplicidade

Outrora bem eleita.

 

Terminou

A nossa mútua luminosidade

O riso em conjunto

A borboleta da saudade.

 

Terminou

A ilusão e a imagem

A projeção do futuro juntos

Que agora nem é paisagem.

 

Terminou também

A angústia de não te ver, mesmo estando tu presente

Pois já nessa altura sem me aperceber

A tua essência estava longe... já ausente.

 

Não terminou...

Vejo agora o meu próprio recomeçar

Os meus amigos, os meus pais, os meus alunos

Sou eu... são vocês o meu continuar! 



publicado por thoughtsandpoems às 10:50
Segunda-feira, 03 de Janeiro de 2011

 

My wandering heart

Awake… asleep…

How will I know

If it’s so (twilight) deep…

 

It sees a so pure and bright presence: YOU!

With Joy and Love, I almost cry

In your skin and in your kindness

I would dare to – for a moment – die!

 

And if you, Poet, allow me

I would dare to say I understand.

It makes perfectly sense

Naturally with respect and no demand.

 

The poem you genuinely wrote for me

I think I … kind of agree

What you truly mean

Without falling … I gently see

 

Missing you … More than ever, a desire:

Your lips drawing your smile

Your body drawing your soul

It’s not a compliment: it’s your attitude style

 

Shall I ask for something else?

And I would dare ... seeing you, seeing me:

Together. With devotion – peaceful. With dedication – meaningful.

Being strong. Being Light and delighted! Being “WE”.

 



publicado por thoughtsandpoems às 13:39
Domingo, 12 de Dezembro de 2010

 

I

 

Esperei.

Não (des)esperei

Sim… dinamizei

 

Senti alguma ansiedade

Ao pensar no e-mail sem idade

Talvez fosse chegar com (in)actividade

Suposição porque foi prometido

Não foi enviado nem recebido

Paciência quiçá ao inquirido

 

Esqueci o memorando

Que poderia eventualmente ir passando

E algo… eis senão quando!

 

Um inesperado telefonema

No meio de um semi-dilema

Não veio com véspera de esquema

 

Tal revelou-se uma surpresa

No comboio andante com destreza

Chegada eu a Lisboa, sua Alteza!

 

Já foi há mais de um mês

E o tempo o que fez:

A vida como um xadrez?

 

Não sei em que Língua estou a falar

Pouco importa isso do aprumar

Porque tu és, por ti, o proclamar…


 

II

 

Assim sendo, claro que me compreendes

Até mais – tu surpreendes!

 

O que as palavras podem pretender

Qual significado ao significante dar o querer

Só tem valor o que é a verdadeira intenção

E está dependente dela o tocares a minha mão…


 

III

 

O que os meus lábios proferem

Vai ao encontro do que é,

O acreditado

 

 

Não mais se sentiu a névoa

Pois veio o resgate do âmago,

Ao deitado


 

Na penumbra ténue, vacilante

Provavelmente bem-vinda

Do editado


 

Eu nada fazia nem faria

Se tão só e somente

Tivesse

Esperado



publicado por thoughtsandpoems às 19:41
Sexta-feira, 26 de Novembro de 2010

 

Só…

Somente. Imponente

Brilhante. Imortal

Harmonioso. Vital

Assim surge a sua presença

Escalada forte

Digna. Firme. Decidida

E tudo a pensar em nós

Lá longe, no monte

No belo horizonte

E afinal está já aqui

Ofusca de tão magnífico que é

O seu poder traz-nos

O seu poder faz-nos

 

E  sentimo-nos pequenos

Ao mesmo tempo grandiosos

Já que revitalizados com tudo o que nos dá

Lindo na sua essência

E basta existir

Toda a humanidade sabe disso

Todos o conhecem(os)

Precisamos dele


Engraçado como passa, por vezes, despercebido

Mas não se incomoda com esse alarido

Não vás, digo-lhe eu… fica mais um pouco

E a este pedido junta-se a imagem do seu Pôr

Esplendorosa. UAU!

Obrigada. Por tudo. Tanto!

 

Dou por mim semi-confusa.

Tenho o seu amparo

Qual ímpeto do quero enaltecer

Ok. Pôr-do-Sol

Fica assim então. No Aqui. No Agora

E ele responde-me que isso sou eu que tenho que fazer.

É a Luz da Consciência. Ouve-a. Fala-lhe.

Ouve-te. Fala-te.

E é só isso afinal.

Não existe mais nada.

Sê.



publicado por thoughtsandpoems às 12:23
Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

Cerram-se as nuvens no céu azul já cinzento, mas não no nosso olhar

 

Historicamente memorial, este pode ser considerado único à noite(te)cer

 

Usufruindo o momento, apenas e só isso: o agora e cada segundo aproveitar

 

Vendo as gotas cair, assumindo uma tímida ousadia e desafiando o apetecer

 

Acho-me, (re)vejo-me serena na tua forte-soft presença e a sorrir ao recordar!



publicado por thoughtsandpoems às 12:36
Sábado, 06 de Novembro de 2010

 

Um poema dedicado a ti? Não, muitos! Nada ultrapassado.

Outro já não escrito no futuro repensando-o, regressado…

 

          Quisesse eu… fora eu… uma donzela fugidia

          E sei que virias essa noite durante o dia.

 

Cada passo dado como marco do Agora

Remontando não geograficamente essa hora.

 

          Percebi tanto… e os sinais!

          Agradeci muito… ainda mais!

 

Dei comigo a sorrir... yes, ao verificar:

Que o já resolvido em mim muito veio alterar…

 

         Humildemente me elevo porque faço por isso.

         Elevada! Tu contribuis: não altivo nem submisso.

 

Desprogramando o nosso Ego…

Se não, às vezes ficamos no Eu sou cego.

 

       Nós não. Sei-o. O patamar Superior veio.

 

                     É o despertar!

 

 Avista-se uma paisagem mais bonita. Pura. Brilhante. Segura. Incessante.

Não finda a sua veracidade. Tudo é genuíno na sua especificidade.

Bem o referiste e eu disse para mim “bem o apreciaste!”

Amarela e verde como ditou a sua Leitura da Aura.

Branco e preto no seu Yin Yang.

 

Da cor que tu quiseres no nosso arco-íris de momentos.

Sim, tu – oh Senhor (és) meu querer.

 



publicado por thoughtsandpoems às 01:22
Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

 

Um alimento, fonte de prazer e sentimento, eventualmente arrependimento

Fonte de controvérsia, de refúgio e inércia; actividade, energia e realidade

A Nova Era Chegou para alguns, naturalmente mais cedo ou mais

Tarde para outros; manifestamente Hoje a leitura do

Que nos é dado em que o Yin sou eu

 O preto, o feminino, o passivo, o nocturno, o espiritual

Numa outra extremidade… ou já bem aquiii ao lado

Está o Yang; esse és tu: O branco, o masculino

O activo, o diurno, o racional. SignifiKado

Um símbolo, uma Filosofia de vida

Um estilo, uma mudança, um ancestral; uma beleza

Que ultrapassa O nosso ser terrestre-existencial

Posteriormente vejo o equilíbrio: o chokollate

 Branco, doce, já a derreter e o chokollate

Preto, mais amargo, também bom, já

A desaparecer. Ambos indicadores de envoLvência

Basta olhar para o Eu Sou Yin e o Eu Sou Yang

Podes ser qualquer um. AfinaL és os dois

O antes que em mim morava findou

O agora sem nocividade se iniciou

Quando o Yang é estrela que vAi ao meio-dia

E o Yin Tem a meia-noite que fica fugidia

O mix de chokollate deixa a bagagem

Cheia, quer emocional e psicológica

 Quer cinestésica e consciente



publicado por thoughtsandpoems às 23:16
Quinta-feira, 09 de Setembro de 2010

   

E era isso que faltava...

 

Um ínfimo no gigante

Pequena areia no inacabar

Uma partícula do Cosmos

O querer no agora estar

 

 

Um CD de músicas não dúbias

Qual concerto partilhado

Estando em mim patente

Diferente por ambos exultado

 

E era isso que faltava…

 

Ouvir Painted Black

Não mais será igual

As músicas - as mesmas

Mas o pensamento especial

 

 

O tal momento chegar

Marcar presença, subtil?

O sorriso ver desvendado

Tão de maduro como de pueril

 

E era isso que faltava…

 

Culpadamente lá

Qual espreitar inocente

Até que se concretizou

Sua antestreia recente

 

 

Actualidade não estática

Duas pessoas, um querer

Caminhando pela lua

E com o sol a (re)nascer

 

E era isso que faltava…

 

Uma loucura sã

O (não-)desconcertante

Uma leitura não vã

Do nosso representante.

 

  



publicado por thoughtsandpoems às 02:03
Sábado, 21 de Agosto de 2010

 

Poema sugerido pela minha mãe e que no seu conteúdo foi concebido por ela.

Eu dei o contributo da estrutura e da rima.

Homenagem ao meu avô materno… Que descanse em Paz e na Luz.

 

 

Hoje toda a gente fala em crise

Mas poucos pensam no passado

E não foi assim há tanto tempo

Que se viveu na realidade este fado.

 

Os Pastores e os Agricultores

Analfabetos ou Sábios?

 

Alguém ainda se lembra deles?

Homens que dormiam no chão

O seu tecto era a noite ao luar

A sua companhia, por vezes, só o cão.

 

Considerados analfabetos por muitos

Mas eram sábios pelo seu valor imenso

Sabiam sempre as horas, sem relógio

A exactidão do meio-dia no terreno extenso.

 

Altura certa para semear

Tarefas correctas para ir cuidando

Altura certa para colher e sachar

Timing correcto para ir plantando.

 

Eram médicos do seu gado

Engenheiros das suas casas, com experiência

Arquitectos das suas terras e campos

Professores em sabedoria e ciência.

 

Eram meteorologistas sem errar

Treinadores dos seus animais

Parteiros das suas crias

E vós, ainda vos lembrais?

 

As novas criaturas vinham ao mundo

E estes homens nem dormiam sequer

Para verificar se tudo estava bem

E ainda iam cuidando da mulher.

 

Analfabetos, mas também poetas

Vejam estes versos referidos

Da veia poética dos que

Parece que foram esquecidos…

 

“O peixe pediu a Deus água

O mar a Deus fundura

O homem pediu inteligência

E a mulher formosura!”

 

Desafio:

E agora também de um homem

Muito sábio, mas que não sabia ler

Gostaria de ver da vossa parte

A quem possa saber responder:

 

“Se és poeta

E és poeta no cantar

Diz-me lá tu em cantiga

Quantos peixes há no mar?!

 

Quantos peixes há no mar,

Todos eles vão ao fundo

Diz-me também em cantiga,

Quantos homens há no mundo?!

 

Quantos homens há no mundo

Nem todos usam chapéu

Responde-me tu em cantiga

Quantos anjos há no céu?!

 

Quantos anjos há no céu

Todos eles usam coroa

Diz-me tu em cantiga

Quantas ruas tem Lisboa?!"

                              



publicado por thoughtsandpoems às 12:56

 

I

O respeito inicial e depois continuado apreciei

E a educação idem aspas observei

As perguntas e respostas que o papel impunha

Não eram bem aquelas que o momento queria como cunha

Mas ambos seguimos o que…

            …as letras ditavam

            …os olhares somavam

            …e as despedidas se aproximavam

Depois foi-nos permitido vermo-nos outra vez

E os minutos insistiam na sua escassez

Querendo eu prolongar o imparável relógio

Que move o mundo

Qual universo belo e profundo…?

 

II

E as tardes da semana foram todas elas diferentes

As árvores da avenida estavam também elas contentes

Reflectindo o brilho da pessoa a caminhar

Deixando para trás outra a se encantar

E isso ficará para a história

Nas gavetas bonitas da memória

O não querer que chegasse a despedida

Mas ao mesmo tempo fiquei um pouco retraída.

 

 

III

A comunicação não parou de fluir

Com liberdade e consciência a insistir

Ainda bem que assim foi acontecendo

Palavras nossas que lembro e vou relendo

No patentear da encruzilhada dos caminhos…

           …Mozart decidiu estar presente

           …Nenhuma aura se disse ausente

           …Clamor esse tão mais eloquente

Chegou a hora e se concretizou

Esse segundo não mais esperou

             O segundo segundo se seguiu

             Silencioso o minuto se definiu

O momento foi passando nas horas fugidias

Levando o que nos traz o senhor tal

Que se apelida de Tempo

            Tão importante… tão banal…

            Tão imponente… tão real…

 

IV

Muitas coisas faltam salientar

Mas o papel está a findar

A maneira magistral como fui tratada  

E até a vela foi chama(da)

Trajei-me de invencível calma

E lembro-me de bem perto ver a alma

Apercebi-me de um flash de Luz que me tocou

Foi o silêncio a falar e que deste sonho me acordou...

 



publicado por thoughtsandpoems às 12:32
Quarta-feira, 23 de Junho de 2010

 

You fall…

Que fazemos aqui afinal?

Autêntico(s).

Puro(s).

Resposta dada?

Não fantasiada?

Resposta obtida?

Não. Foi vivida!

                  

                                                   Retribuído

 

    Espontâneo (S)                              Cúmplice

                 

                Genuíno (O)                                    Recíproco 

                             

                                 Fiel (M)                                      Em sintonia 

                                     

                                        Sentido (O)                                    Não provocado  

                                            

                                                Desejado (S)

 

 

Colossal, maravilhoso, inesperado.

Especial, gostoso, dedicado.

Magistral, delicioso, saboreado.

Natural, não-preguiçoso, apreciado

Sentimental, carinhoso, valorizado

Bem real, precioso, consagrado.

Assim foi.  Assim é(s). Assim so(u). Assim…



publicado por thoughtsandpoems às 23:54
Terça-feira, 22 de Junho de 2010

Palavras diferentes

Transmitindo sonoridades

Que nunca foram lidas ou ditas

Mas que têm algo de verdade afinal…

Apresentando uma outra realidade

Mostrando uma firme personalidade.

E isso agrada-me…

 

Palavras diferentes

Que me deixam a mim

Sem fluência e quase sem força

Para poder agarrar as folhas que voam

Não dos livros que esqueci momentaneamente

Nas casas que plantamos, como dizia o nosso querido Kurt

Mas sim das árvores que construo espontaneamente

E isso agrada-me…

 

Palavras diferentes

Que tantas frases levam por dizer

E que eu queria contigo preencher…

Sem estar a espera

Surpreendendo quem está habituado

A escrever e não a ler…

E isso agrada-me…

 

 

Palavras diferentes

Durante semanas? Não, dias.

Quais almas encontradas, outrora fugidias

Porto seguro que abarcas e abraças

O que dizes ser o meu olhar em ti

E nem por sombras eu sabia que me perdi…

E isso agrada-te?



publicado por thoughtsandpoems às 22:59
Quinta-feira, 06 de Maio de 2010

 

 

 

 

Poema baseado no quadro "Morte pela Guerra" do artista plástico Nuno Blochberger. www.nunoricardo.eu

 

 

 

 

Alma impura… agora purificada. Inquieta… agora tranquila, na (sua) paz e na sua quietude.

Decerto desperta, finalmente liberta. Indescritíveis, os momentos (des) vividos na guerra.

Incansável na sua atitude. Nostalgia (não) dúbia. Lutando pela sua pátria, por todos nós.

Que nem sempre (re) conhece o devido esforço e o merecido valor a quem merece.

As trevas dissipam-se, pois                           Ç    à   O

A honra irradia tal graça                               A

Para além do tempo                                   T

Também do espaço                                 R

É de uma evidência                            E

Não se permite oscilar     L    I     B

O que o soldado sente

É agora murmurar.

Acabou o sofrer,

Acabou o chorar.

Chegou a hora

Da tua …



publicado por thoughtsandpoems às 23:06
Terça-feira, 27 de Abril de 2010

O tom que reflecte as asas da borboleta a voar

Suas cores e odores poder ver, quiçá alcançar

Um som indefinível que quero perceber

O silêncio é maior e não me deixa perder.

 

Atraso as nuvens e o cinzento

Adianto o sol para o agora-momento

Branco… neve, tu que me trazes adrenalina

Porque gosto, sem ser minha veemente sina.

 

Sentindo o calor que do minuto frio advém

Transportando-me para o aqui no além

Lua, questiono? Não, aproveita o memorando

O que o “S” do(s) tempo(s) me vai ditando.



publicado por thoughtsandpoems às 01:06

Poema baseado num desafio do artista plástico Nuno Blochberger sobre ruínas. Está desalinhado propositadamente, queria mostrar como ele se auto-desenhava porque a imagem dele na minha mente estava algo parecido... assim:

 

 

Acordei.

         Olhei a minha volta e não encontrei…

                Não encontrei o que queria

                       E desatei numa correria.

                              Não sei de onde venho

                      Nem sequer para onde vou

                 Tenho até dúvidas de quem sou...

        E minha alma onde está? Será que voou?          

                Parei.

                      Passeei.

                                Observei.

                                              Cada rua, cada estrada segue em paralelo

                                                               As ruas anteriores ou vindoras

                                                    De povos nossos antepassados              

                                          Talvez ou não descuidados

                               Onde claramante se vê

                        Que deixaram rastos nestas pedras da calçada.

                   Todas elas antigas, mas tão actuais.

           Cada uma delas conta

                         Uma história

                               Uma situação

                                               Um momento

                                                       Um marco

                                                              Uma passagem

                                                                            Um retrato…

Uma tristeza, uma alegria

                               Uma solidão, uma companhia.

 

Quem passou já por aqui?

          Um rico, um pobre?

                     Pessoa simples ou nobre?

                            Cada uma com o seu valor

                                           Não importa a etnia ou a cor.

 

 

  Uma rainha, um rei?

            Será que não sei?

                     Um principe, uma princesa?

                             De forma impetuosa ou com delicadeza?

                                        Fogo de uma chama apagada   

                                                    Porque choveu e ninguém disse nada.

 

 

Esperem...

           Calma…

                     Visualizo uma sombra lá ao longe

                             Mas não consigo perceber se é…

                                         … um romano

                                              … ou um árabe, quiçá

                                                  … um homem da pré-história, será?

 

 

 

Um misto de todos eles

             A desencadear

                    A passar

                          A marcar

                                  A contar             

                                         A nossa história

                                                              Os nossos dias de hoje

                                                          Neste momento presente

                                            Estando nós no aqui

                            E no agora… ou no ausente

Ruínas de edifícios ou de memórias

        Qual montanha percorrida de glórias.

                     Corro mais um pouco e não vejo ninguém

                               Um vazio cheio de nada

                                               Trespassa-me a alma

                                                               Sinto um arrepio

                                                                              Um tremer

                                                                                              Um calafrio

 

 

Perco-me na brevidade do momento

 

 

                                    Deixo-me levar pela eternidade

                            Dos segundos marcantes

                   Seculares

          Milenares

Que fizeram, fazem e farão história.

         Ou não.

 

Será tudo isto em vão?

          Penso.

               Fico contente.

                       Fico triste.

                               O que já foi palco das vivências

                                           Das experiências

                                                       Únicas de alguém.

 

 

Do que já foi os bastidores

        De qual peça mais marcante

                       De criança

                                    De adulto

                                                De idoso

                                                          De teenager

                                                                           De simplório

                                                                                           De caprichoso.

 

 

Uma panóplia de emoções invade-me

         Invade-nos.

                  Tudo isso tornou-se agora ruína

                            Física, não-edificada

                                        Passada, mas não perdida

                                                    Deixada, mas não esquecida.

                                                                                                             

                              



publicado por thoughtsandpoems às 00:46
Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

 

Poema baseado no quadro "Samarra" do artista plástico Nuno Blochberger www.nunoricardo.eu

 

Um misto de cores e amores

De alma e de calma

Invade a minha própria

Calma e a minha alma...  

É possível?

 

O vermelho evocando amor e paixão

O azul transportando-me para o mar e sua imensidão

O amarelo atrai a energia e o sol revitaliza

O verde é esperança, equilibra e estabiliza

 

Laranja – o que dizer se não é fruto da árvore mas sim cor

E do roxo que tem imensos significados em seu redor

Preto do qual me trajo por vezes, sem ser de morte mas sim de mistério e dignidade

Castanho - Oh, planeta Terra: resistência, consciência, importância, simplicidade.

 

Tentando definir?

 

Samarra – cidade que fica no Iraque, não muito conhecida, mas por vezes visitada.            

Espaço de enorme beleza, Património Mundial, num país de confrontos. Porquê?

 

Samarra – praia no concelho de Sintra, fauna marítima diversificada, eventualmente alterada.

Pequena mas agradável, caminhando ao sol ou à sombra e ainda não te visitei. Porquê?

 

Samarra – o casaco quentinho que o meu avô costumava usar e que tão bem lhe ficava.

Saudades sim, querido avô - descansa em paz. Partiste e não voltaste. Porquê?



publicado por thoughtsandpoems às 12:24

Poema baseado no quadro "Renovação" do artista plástico Nuno Blochberger www.nunoricardo.eu

 

I

 

Caminhando por ondas de mudança tristes que passam a contentes

Por entre as pedras angulares que definem o indefinido

Testemunhas somos do nosso próprio destino

Ou então os protagonistas.

 

Haverá lugar para o infinito?

Vejo um olhar

Ouço um palpitar…

Vejo uma nova dimensão

Ouço uma diferente conjugação

Sei que a sabedoria me conduz…

Neste reboliço positivo

Nos vamos deixar perder e encontrar…

Eterno ou efémero?

É uma opção nossa.

 

 

                II

 

                Romper na escuridão

                E procurar a Luz

                Focar-me na renovação

                É um ritmo que me seduz!

                Na (i)matéria me sento

                No (in)consciente me deito

                Não nos atrapalhemos diante do novo alento

                E receberemos, no processo, o que é perfeito.

                Renovação do espírito e da mentalidade

                De algumas vivências e da (não) calma

                Enquanto indivíduos, enquanto sociedade

                Desenvolvendo o sorriso do corpo e da alma.

 

 

 

III

 

A minha gratidão manifestar

É meio caminho para o sucesso alcançar

Everything is upside down e por vezes é preciso

Leading us to the new sound  e não levar o indeciso.

 

Ver que afinal a fantasia tece o real e o realçar

É motivo para seguir em frente, marchar e lutar.

The new approach is wide e seus ensinamentos

Preparing us to the other side e seus sentimentos.

 

O azul dá-me enorme confiança

E o verde simboliza esperança

Por isso um (ou o outro?) se identifica como preferido

E não se deixa rotular de esquecido.



publicado por thoughtsandpoems às 12:07
Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

Espírito do mundo

Que a pessoa

Quer prender

Para quê?

Se te sentes

Sempre solto

E vagabundo

Fiel a ti próprio

À tua essência

À tua genuidade

Sem sentires fragilidade…

Muros a tua frente

Não queres ver,

Paredes impeditórias

Não queres ter.

Tua liberdade de novo alcançar

Outra vez a ti te queres devolver

E que em ti imaterial

E intocável queres manter.



publicado por thoughtsandpoems às 12:40

Poema baseado no Quadro "Os Cegos" do artista plástico Nuno Blochberger - www.nunoricardo.eu

 

 

Preparar… arrumação

Questionar… desarrumação

Responder… satisfação

Ignorar… indignação.

 

Acolher… audição

Dizer… exposição

Aceitar… inspiração

Manter… saudação

 

Personalidade mantida?

Alma esquecida?

Por Deus?

Não, por nós…

 



publicado por thoughtsandpoems às 12:37

Poema baseado no Quadro "Nadando" do artista plástico Nuno Blochberger - www.nunoricardo.eu

 

 

I

          Olá, Imenso… não te vejo o fim

Chega perto… Está muito calor

          Mar… Vou mergulhar

Estás presente… Para onde vão as pessoas?

          Calmo… Agora é que está agradável

Aqui… Caparica é o mar que escolhi

          Tuas ondas enormes ou calmas que banham nossos corpos, nossas almas

Guardião… de segredos e de desígnios, que escondes tu, afinal? Diz-me.

 

                                                                             

II                                                                   

          Sei nadar, sim e quero avançar

Nadando e sorrindo, é bom o refrescar

          Tão agradável e inocente que me aventurei

E depois vi que os limites ultrapassei

          Brilho que trazes luz e sonoridade

Hipnótico mas alegre na sua virgindade

          Mistério da ponte que foi estabelecida

E que de novo à terra minha pessoa foi conduzida

          E me salvaste… Como um Golfinho presente

Animal tão terno que inefavelmente apelido de coerente

          A ti e a mim certamente já aconteceu

E vimos a claridade ficar escura como breu

          Meu gesto impulsivo sei reconhecer

E estar de novo a salvo quero agradecer.



publicado por thoughtsandpoems às 12:30

Poema baseado no Quadro "A Última Noite" do Artista Plástico Nuno Blochberger - www.nunoricardo.eu

 

 

A noite

Forma em forma

Uniforme o disforme…

Na última noite

Tudo poderia acontecer

Estar longe ou estar perto?

Recortar o que não quero da memória?

Ou colar o que é importante não esquecer?

Razão do coração?

Ou o coração da razão?

Vamos ouvir uma das vozes?

As duas? Nenhuma?

Firme. A balançar. A espreitar.

Inesperada…

Afinal desesperada…

Última noite

Último episódio.

Esquecido. Encontrado?

Assim esperado.



publicado por thoughtsandpoems às 12:27

 

Poema  baseado no poema "Esperança" do Artista Plástico Nuno Blochberger - www.nunoricardo.eu

 

 

                Espelho que reflecte um abraço na sua simplicidade

                Selo que marca e demarca a cumplicidade

                Passo dado em frente, suave mas com firmeza

                Especial, simples, pessoal, profissional, cheio de beleza

                Riqueza adquirir, conhecer o conquistar

                Ardente na cor, ternura no desabrochar

                Nada se compara a esta palavra que nos move e comove

   EsperanÇa

    ObrigadA



publicado por thoughtsandpoems às 12:23

Poema baseado no Poema "Fim de Tarde" do Artista Plástico Nuno Blochberger - www.nunoricardo.eu

 

 

 

Decidiu aparecer e já tardava

Chegou por si e por ser esperada

O horário é o seguinte para a partida:

Não há minuto marcado para a chegada.

 

No campo verdejante

Ou na praia ainda com sol

Natureza potente e que se impõe

Sem que nada possamos fazer…

É essa mesma beleza

 Dessa mesma Natureza

Que sustenta o Universo

Tão uno… tão disperso

Divina Rainha

Divino Deus

Luz tão forte

De repente torna-se soft

 

Dia… tarde… fim de tarde… noite

As folhas do livro das árvores folhear

Qual flor que desperta e é mais subtil

Que recebe a pétala do último raiar…

 

 



publicado por thoughtsandpoems às 12:17

 

Poema baseado no Quadro 2010 do Artista Plástico Nuno Blochberger (www.nunoricardo.eu)

 

 

A  palavra surge tal como a realidade patente.

Olho e não vejo o outro contente…

 

Crise: significante acompanhando o significado

Por vezes não estamos bem conscientes e eis…

… o desgosto reflectido, o desespero espelhado

Bem visível num rosto, um pouco até… amargurado.

 

Fico triste…

Quietude ou turbulência?

Um dos dois (ou ambos!)

Levam-nos a avaliar a essência.

 

E como já “alguém” dizia: “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades…”

Mas … e a vontade de ser feliz? Também mudou? Não me parece.

A crise apareceu. Ninguém a encomendou nem ninguém a chamou,

Mas ela está aí é certo. E trouxe uma nova visão, uma nova era talvez.

 

E nós?

 Correndo ou apenas caminhando

                               Vendo ou também contornando

                               Sobretudo ultrapassando

                               Obstáculos e barreiras

                               Muros e fronteiras

Não importa…

… importa sim lembrar que 2010 é e será um ano de mudança.

Fico contente! Estou convicta e… há que ter confiança!

E vamos querer ser felizes? Parece-me bem que sim…



publicado por thoughtsandpoems às 11:21

 

Poema basedo num desafio do Artista Plástico Nuno Blochberger - www.nunoricardo.eu

 

 

 

Cerram-se os nossos olhos só se não quisermos ver

Reencontrando a força que brota de nós

Interrompendo o papel da frustação -  isso é viver

Sendo primordial LUTAR em grupo ou até mesmo sós

Encontrando o que realmente importa: mudar e saber.

 

Findaram as formas de se queixar

Sabemos que ninguém vai indemnizar

As peripécias pelas quais o caos nos passou

E que bem real e não abstrato nos ficou.

 

Não nos é curta a memória

E a falta de tudo fica na história:

Não conseguimos comprar os bens materiais

Porque nos levaram o emprego e as respostas espirituais.

 

Assoma-se uma placidez desejada

Depois da tempestade vivenciada

Enobrece-se ou pesa o caminho que temos que trilhar

Sem saber o que dizer, 2010: por onde iremos passar?

 

Os foguetes do alvorecer simbolizam a mudança

E o mundo pede já que pode começar a Biodança

Esses gestos magistrais para ninguém se esquecer

Que as janelas do horizonte mostam, finalmente, a luz que queremos ver…

 



publicado por thoughtsandpoems às 11:13
Sábado, 27 de Fevereiro de 2010

 

Manhã de nevoeiro…
Estarão assim meus pensamentos?
Brisa um pouco fria…
Estarão assim meus sentimentos?
 
Terei o girassol da vida mesmo a minha frente?
                               Será?
                               Não o vejo… ou não o quero ver para já?
 
O silêncio que, por vezes, deveria ser servido como take-away
Quando tanto precisamos dele
Não chegou ainda e eu queria-o… sem ter que esperar…
 
Para poder pensar
Para a velocidade abrandar
A fugacidade a que se move o mundo poder acalmar
 
Quisesse eu estabelecer uma ligação
Quiçá algo lógica e tentar explicar o que me vai na mente.
Talvez não consiga…
Não sei…
 
Sei sim que há gestos, palavras e atitudes que marcam.
Dar a mão pode ser único.
Um elogio meio dado no ar
Mais directo ou mais subtil
Educado… inesperado!
Um pequeno gesto, um olhar…
 
Conhecemo-nos há muito ou há pouco tempo?
E o que é o tempo afinal?
Definição completa ou incompleta
Parcial, intemporal
Como quisermos!
Se quiseremos!
 
                               Qual o significado terapêutico
                               Dos momentos partilhados?
                               Dos risos e sorrisos trocados?
                               Imenso… embarassing
                               Terno… interesting
 
Confusão… oh!
Ilusão… desilusão
Natureza bonita e pura
Céu azul… lua intensa… escura
 
E o sol tenta raiar... Será que não me quero apaixonar...? 
 


publicado por thoughtsandpoems às 17:12
Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

 

Poema / texto composto por 3 partes.

Dedicado a quem quiserem, dedicado ao… viver.

 

 I

Tenho tantas saudades tuas

Que nem no tempo penso

Queria estar contigo já hoje

Certeza, como o mar ser imenso…

E aqui estou… penso em ti

Qual chama que minha alma evoca

Se não te vejo, mas se te sinto

Porque se eleva o meu ego e se desloca?

 

Não sou eremita nem nómada

Sou quem quer que já estivemos

Ser-me-á concedido este desejo?

O tempo é aquilo que nós quisermos…

 

Oh… Quisesse eu mandar no mundo

E tudo seria tão diferente

Pudesse eu alterar uma vírgula que fosse

E estaria bem longe, mas não ausente.               

How could I?!

I never forget you

Not even for a single day

Do you miss me as I miss you?

 

 

 II

Tocando nas teclas do piano… Qual música suave que se eleva tão sublime...

Passando minha mão pelo teu rosto sem sequer o tocar, sem sequer me fazer notar… Ao mesmo tempo tão próxima… Tão tua…

E tu sentes. Sentiste. Não resististe. E eu… Que fraca fui eu ao esconder os meus sentimentos, as minhas sensações, o meu olhar especial para ti. Por vezes acontece.

Porquê?! Que ganhei eu com isso?! Nada. A não ser este vazio k me preenche agora a solidão ao pensar nas tantas… muitas… imensas palavras que ficaram por dizer, nas ondas de frases que queriam sair do mar profundo e encontrar a brisa suave e terna à tona da água, à beira-mar estendida, esperando o sol amanhecer, esperando o meu barco na praia, mas não consegui…

Ouvi sim o som de um olhar a chamar por mim e… quando abri os olhos… sim, eras tu. E sorrias… Não como sorriste da primeira vez que me viste, mas este sorriso era diferente, como afinal diferente é agora o nosso sentimento um pelo outro. E eu queria confessar-te uma coisa, mas mais uma vez fui demasiado fraca para o dizer e por isso escrevo para ti, viver.

Então começando: Eu tenho-te e considero-te como um ser divinal. Que afinal és. És tão lindo, tão inteligente, sábio, culto, fixe, educado, simpático, calmo, paciente, terno, bem-humorado, seguro, auto-confiante, tão infinitamente bom e presente, és tão meu amigo, és omnipotente e temos conversas tão nossas e momentos tão nossos, tão diferentes…

Também eu posso ser assim?

Meu Deus. Tu… Proporcionas-me a mim e a toda a humanidade horas infinitas de beldade e prazer, de serenidade e viver. E nós? Que te damos nós em troca?

És tão importante e tão especial és para mim que poderia estar aqui o dia todo e a noite toda a tentar descrever-te…

Mas não chegariam as páginas de todos os cadernos, nem as folhas de todas as árvores nem o espaço todo de um infinito pergaminho ou os caracteres do melhor laptop existente. Porque tu és assim, único, para mim.

E naquele dia estivemos tão próximos. Qualquer dia serve. Pensem bem. Não como da primeira vez, interrompidos por conversas mundanas. Desta vez, foi, também ela, diferente.

Estamos próximos na partilha de momentos reais e surreais, na vivência de risos e sorrisos como há muito eu não tinha, num ambiente puro, terno e tão nosso que os segundos orgulhar-se-iam de si próprios para todo o sempre se tivessem tido a ousadia de ter parado nesse momento… Stop!

Os relógios ficariam tão mais sóbrios se não andassem às voltas feitos tontos como andam sempre e sem rumo nem destino.

As horas e o tempo agradecer-nos-iam e partiriam para outro planeta para o qual já desejaram ir e deixar ou levar estes seres (chamados humanos e nos quais (in)felizmente me incluo) que tanto correm sem saber para onde vão…

E assim ficaríamos nós… só nós… a sós… onde pudéssemos estar agora… só os dois. E assim poderia sussurrar-te ao ouvido aquilo que queria dizer-te e não consegui, aquilo que querias ouvir e não me pediste, aquilo que é tão verdade como eu estar aqui, agora e há um tempão para ir dormir porque estou cheia de sono e não consigo parar de escrever e de, assim, querer dizer que…

 

III

Bola de cristal k relevas mas não revelas o meu ser… o teu ser… o nosso ser. Sim! E tu pediste-me para eu repetir! E eu adorei! E por isso repito: numa relação existem 3 entidades diferentes: o eu, o tu e o nós. Como é belo o nosso nós se assim todos o quisermos. Eu quis, mas era eu a única e tal não é possível...

A água que o repuxo deita, refresca um pensamento mais ousado meu, se ele quiser aparecer, mas eu não sei se é isso que eu quero. Deixa-o surgir e fluir!!

Nasci, permitiste-me tal. Escolheste bem a minha querida mãe e o meu querido pai para poder vir ao mundo. E aqui estou. Filha dos melhores pais do mundo mas nem sempre a melhor filha como eu tanto gostaria de ser. Vou trabalhar mais para isso.

Deus meu, infinitamente bom, presente e meu amigo. Obrigada.  

Finalmente, passado tanto tempo, tantos pensamentos e momentos, tantos sonhos e pesadelos  a dormir e acordada, eu estava finalmente… Livre. Sem ninguém para quem ir, sem ninguém para me atormentar, controlar ou manipular. Tu és precisamente o oposto de tudo isso, de tudo o que é mau, porque Tu reúnes em Ti e reina em Ti tudo o que é bom, de bem e de positivo e por isso sempre me respeitaste e elogiaste… E eu agradeço-Te tanto isso. Tanto…

Tu querias que nos tornássemos um só. E eu também.

E como recordo já com saudade aqueles momentos tão teus que parecia que me pertenciam…!! E isso não basta para te sentir meu? Cá estou eu... Também eu te olhava… E todos esses microcosmos estão inseridos num macrocosmos que é o Amor, ou será o inverso? Fico sem saber. Diz-me tu, viver.

 



publicado por thoughtsandpoems às 01:49
Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

 

 

 

 

Tentar explicar?

Ou desistir da explicação?

Teremos nós que justificar tudo?

Ou deixar fluir a voz do coração?

 

Teriamos, por ventura, que reportar

Nossas mentes para um passado recente

Muito positivo de relembrar

Qual beleza única e diferente…

 

A nossa conversa e o nosso olhar

O teu, frequentemente, ausente

Não o percebi na altura

Mas vi que afinal estava presente.

 

As mensagens enviadas

E depois o pensar, pensar

As palavras bonitas trocadas

O querer ver, o querer ligar.

 

Qual anel k nos liga e entrelaça

Qual sintonia enigmática

Pela música, pelos momentos

Não compreendida mas fantástica!

  

Preocupação patente contigo

O querer ver-te bem sem nenhum mal

Qual catedral eterna

De sentimento especial…

 

E o tanto que me dás

Sem dar conta, but realizing

E o que quero dar-te

Sem saber, but interesting…

 

O luar espreita à porta

E eu penso em ti novamente

Partilha desse momento

Vamos vivê-la naturalmente…?

 

E o por-do-sol… terno

Suave e carinhoso a nú

Horizonte longínquo próximo

Afinal sou eu … afinal és tu…

 

“Tentar explicar?”

By: Cristina Isabel

02-11-2009

16h24.

 

 

 



publicado por thoughtsandpoems às 14:22

Folhas soltas no ar

Folhas de livros, de árvores

De pensamentos e de notas musicais

Quais sons celestiais

Mais ou menos modernos ou ancestrais

Que me fazem pensar em ti

Cordas da guitarra

Soltas ou presas

Teclas do piano que vejo

Mas não toco

Que vagueiam e afinal folheiam

O livro que estou a ler

Mas que foi interrompida

Qual leitura surpreendente

E que não quero acabar

O que surgiu foi uma resposta

Também ela surpreendente e inesperada

Elucidativa? Não sei ainda.

Diferente? Sim.

Como tu és diferente?

Não só, mas também.

 

Azul do céu?

Ou será o do mar?

Quiçá o que me irá lembrar?

Sobre ti e a tua pessoa? Tudo.

 

E depois pensei em ti…

Hoje também.

Nas conversas, nas músicas

Faladas, imaginadas, partilhadas

Sem sequer serem ouvidas!

Actividade enriquecedora

A nossa conversa decisora

 

Curioso…

 

Leitura do ar que respiro

Da paisagem que vejo e suspiro

Da água que me toca o olhar

Do cheiro que senti ao te abraçar

De não querer ir embora

E de me querer ver no já agora

Novamente em tua companhia…

 

 

“Diferente”

By: Cristina Isabel

25 p/ 26.10.2009

2h10

 



publicado por thoughtsandpoems às 14:16
Quarta-feira, 04 de Novembro de 2009

 

Escrevi este poema pouco tempo depois de me ter divorciado do Marco.

Mais palavras para quê, não é? Acho que o poema diz tudo...

 

 

Conheci-te e apaixonei-me

Parecias diferente e interessante

Amei-te tanto e entreguei-me

A nossa vida, pensei eu, seria marcante.

 

 

Afinal enganei-me...

 

 

Os problemas e as chatices

Logo, logo apareceram

Mas combinámos seguir em frente

Muitas frases me estremeceram.

 

Ainda namorávamos

E já tantas complicações?

Mas o meu amor por ti era tal

Que esqueci as situações.

 

Casámos.

E tu prometeste que irias mudar

Acreditei que conseguirias

Mas foi sempre a piorar.

 

Durante 3 anos sofri e calei

Senti e chorei.

 

Não havia motivos e desconfiaste

Não havia ninguém, mas nunca acreditaste.

 

Agora fica com o peso que na tua consciência jaz

Que eu fico sozinha, mas fico em paz.



publicado por thoughtsandpoems às 14:13

 

Símbolo da vida

Da amizade, da alegria

De uma alma serena

De uma óptima companhia.

 

Símbolo da calma

E também da tranquilidade

De um rosto lindo

Do qual sinto saudade.

 

Símbolo magnífico

Tamanha personalidade

Sentindo um grande carinho

Do qual tenho necessidade.

 

Símbolo do diálogo

Imensa conversação

Adoro as nossas conversas

A envolvência, o tocar de mão.

 

Símbolo da coerência

Do fluir coerentemente

De um enorme conforto

Quando te sinto proximamente.

 

Símbolo do à-vontade

Importante a boa educação

De uma tal confiança

E de um forte bater de coração.

 

Símbolo da segurança

Segura me fazes sentir

A tua companhia agradável

E, para mim, ver-te sorrir!

 

Símbolo do bom ambiente

Por ambos partilhado

Músicas em comum

Um tal som, eventualmente, esperado.

 

Símbolo da natureza

Anatomia bem desenhada

Olhos lindos, cor bela

Pela noite mistificada.

 

Símbolo de toda uma melodia

E do querer-te perto de mim

Ter-te em meus braços

Carinhos e coisas afim.

 

Símbolo da harmonia

Paixão... Espero reciprocidade

Com o pensamento em ti

Dizendo sempre a verdade.

 

Símbolo... és tu

É o querer construir

O querer ficares comigo

E não ter que te ver partir.

 

Símbolo... Amor

Algo que não se vê, mas se sente

Vamos ser felizes

Hoje, amanhã... Eternamente.



publicado por thoughtsandpoems às 13:48

 

Este poema foi escrito já há muitos anos (1996! - acreditam?!), mas encontrei-o e achei giro partilhar também :)

 

 

Toca as tuas mãos ... olha à tua volta

E sente o que te transmitem

Ouve a voz do teu coração

E o que os teus olhos insistem.

 

Existe uma grande intercomunicação

Sem que nisso dê para reparar

O nosso organismo é fantástico

Do qual nos devemos orgulhar!

 

Mas mais importante do que isso

É sim o que ele pode, naturalmente, esconder

Temos que mergulhar lá dentro

E nada deveríamos desperdiçar nem perder.

 

Tanta ambição e desgraça

E isso de nada vale a ninguém

Só é preciso saúde e paz

Para todos vivermos bem.

 

Não és mais rico por teres mais dinheiro

Mas sim por teres família, amigos e saudade

Tudo pertence e nada pertence à tua vida

Pondera bem os passos para a felicidade.

 

Dá tudo o que tens

Sem nada em troca teres que esperar

O que se dá com carinho e amor

É um gesto de se louvar!

 

Reconhece que é difícil

Mas tenta sempre teres compreendido

Nunca te exaltes nem enalteças demasiado

Pois serás um caso perdido...

 

O que se deve fazer é:

Nunca pensar no pior

E se algum dia te rebaixares

Diz sempre com humildade: "Eu sou o/a melhor!".

 



publicado por thoughtsandpoems às 13:47

 

Não depende de mim...
Depende das outras pessoas
E do impacto que têm em mim.
As palavras saem mais naturalmente
Se estou a escrever...
Parece que me escondo atrás de algo?
Não. Não creio.
Parece sim que as palavras
Soam e saltitam
Aparecem e explicam
Melhor o que quero dizer...
Quando estou a escrever...
E o que deveria ter sido pronunciado solenemente
Pela minha voz - as vezes rouca
Pela minha pessoa - simples e sincera
Ficou bloqueado pelos meus sentidos...
Algo ficou por dizer
Sem sequer eu saber...
Algo ficou por elogiar
Por vezes não conseguimos concretizar...
 
Mas de certeza que se tem talento
Para uma imensidão de coisas...
Como imenso é o mar e parece não ter fim...
Ou como o brilho das estrelas que quero dentro de mim...
Inexplicavelmente (ou não!)
Não queria que a lua fosse embora...
Não queria saber qual a hora...
Não ter que ir por essa estrada fora...
Qual caminho percorrido até então.
Será que tudo isso é em vão?
Ter que me despedir do pôr do sol, querendo ou não...
E os pássaros suas belas melodias sabem cantar
Caminhando nesta terra, poderemos nós voar?
Para o horizonte olho e uma flor recatada
Reflecte o teu riso e sorriso - Obrigada!
 
E por vezes faltam-me as palavras...
Sei que existe o significado
Mas não encontro o significante
E surge: ykeoiwhbwfqoigw
Um dia vou (vamos) saber
Qual o significado desta palavra
Um dia saberei explicar algo mais.
Um dia...
Talvez...
Quem sabe...
Saberei
Explicar
Algo mais...


publicado por thoughtsandpoems às 13:46

No campo, saudável

Na cidade barulhenta

Eu penso em ti

Na realidade que se apresenta.

 

Em casa, descanso

Na empresa, a trabalhar

Eu penso em ti

Sem eu sequer mandar.

 

Na rua, gelada

Na piscina, quente

Eu penso em ti

Sentindo-te presente.

 

No carro, sentada

De pé, caminhando

Eu penso em ti

E o tempo vai passando.

 

Na noite estrelada

No dia, soalheiro

Eu penso em ti

Sem olhar interesseiro.

 

No café, acompanhada

No sono, solitária

Eu penso em ti

Na ausência, estagiária.

 

No coração ou na alma

Com o teu nome presente

Eu penso em ti

Como estás na minha mente.

 

No sofá, confortável

Ou na cama, deitada

Eu penso em ti

Feliz por ser, por ti, amada.

 

Nos lugares, horizontes

Fica sempre descansado

Eu penso em ti

Fica feliz por seres, por mim, amado!



publicado por thoughtsandpoems às 13:45
Descobre aquilo que alimenta a tua curiosidade
Procura o que há de bom no teu interior
Desejo que encontres bem depressa
O que esconde o teu coração: amor.
 
Descobre o que não te vence na aventura
E que tu ganhas sempre facilmente
Desde que te empenhes a sério
A vitória corre para ti, certamente.
 
Não esqueça a tua memória
Que tens, por vezes, um visitante
Essa pessoa és tu
Que, se quiseres, será a mais importante.
 
Ajuda-a para ela retribuir
Não te ficará a dever nada
Vais vencer esta batalha, esta vida
Que estará sempre acordada.
 
Esquece todos esses dogmas
Desses preconceitos te vais libertar
Ficarás ainda mais rico
Se com um amigo fores desabafar.
 
Esse amigo és tu próprio
O teu espírito, o teu coração.
Ajuda-te a renová-lo
Com a alma na tua mão...                          


publicado por thoughtsandpoems às 13:43
Alcançar a Paz de Espírito.
Objectivo máximo a atingir,
Ou necessidade básica segundo várias teorias
Incluindo a Pirâmide de Maslow?
Alvo a acertar, ou o caminho no qual seguimos,
O qual traçamos, escolhemos e percorremos?
Precisaremos nós de uma bússola para a nossa própria orientação?
Quem somos nós, afinal, nesta infinidade cósmica?
Teremos nós que entender e aceitar o valor da nossa finitude…
… Da nossa paciência, por vezes, posta à prova?
Ou sabemos já como tudo se processa?
A beleza do sol da manhã (quer ele apareça ou não)
Reflectida no rosto sorridente da pessoa que amamos,
A saúde, por ambos, cuidada e mantida
A cumplicidade, a partilha, a amizade
O início dos diálogos sem fim e as risadas pelo meio,
O amor, a paixão, a ternura, o querer bem…
Todo um leque de qualidades …
E eis senão quando aparecem as imperfeições.
E todas elas nos querem dar lições.
Cabe-nos a nós tomarmos as nossas próprias decisões…
Eu já decidi e agradeço ao meu Amor. Pois…
Ser adulto consiste em fazer opções, enfrentar obstáculos e transformações.
Mas no final, é bom que digas: Valeu bem a pena!
Para que possas sorrir e continuar.
Para que te possas divertir e viajar.
A tua pessoa evoluir.
A Paz de Espírito  alcançar. 
Para que a vida te proporcione o construir e o amar.                                            


publicado por thoughtsandpoems às 13:41
Quero acreditar na pureza humana.
Um mito? Uma lenda? Uma utopia? Uma alegria?
Existem vários provérbios populares e um deles diz que
“A esperança é a última a morrer”.
E talvez haja aqui um fundo de verdade,
Senão o que seria de nós
Quando nos vemos perante a adversidade
Num túnel sem luz, sem a mínima claridade?
É a esperança que nos move
É a saudade, que dói e corrói
Mas que salta moinhos e sobe montanhas!
É a força de um sorriso e de um olhar
É a ânsia de encontrarmos quem mais nos ama
E que tão bem nos compreende…
Um olá de uma criança que mal sabe falar
Mas a sua expressão é já tão bela e sincera
Tão natural e espontânea…
Quero continuar crente e não incrédula.
Quero olhar para trás e sentir que tudo valeu a pena…
Que tudo fez, faz e continuará a fazer sentido.
Olhar para uma flor com uma gota acabada de cair
 E ver o brilho dos olhos do meu Amor que está já aqui
Ao meu lado, a dar-me a mão, a sussurrar-me ao ouvido.
Cheirar a essência que brota da Natureza toda ela pura
E que, infelizmente, nós queremos tornar impura…
Mas eu quero acreditar que isto vai mudar
E que a inteligência humana existe para o bem. 
Não me vou embora. Vou esperar para ver.                                                              


publicado por thoughtsandpoems às 13:39
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